
E vocês perguntam como é que se pode ser feliz num dia tão frio que nem conseguimos mexer os dedos dos pés, em que chegamos a casa mais encharcados que um peixinho dourado, em que o nosso cabelo parece saído dos anos '80 e a maquilhagem não aguentou nem uma hora?
É fácil.
Basta um banho com água a escaldar, uma cama fofinha, torradas cheias de manteiga e muitos, muitos mimos.
I love winter days *.*

Depois de ter passado a noite a vomitar - malditas castanhas que me deram cabo do estômago! - hoje aproveitei o dia de cama para acabar de ler "Lolita", de Vladimir Nabokov. E já agora, já que as críticas eram boas, vi o filme também (a versão de 1997).
Para quem não conhce, eu aconselho vivamente o livro. Fora o contexto, fora o facto de ser, no fundo, a biografia de um pedófilo, fora as vidas arruinadas que retrata, é uma excelente história. Uma história de amor, com todas as letras e sentimentos que o amor acarta consigo. Um amor doentio, e proibido, e fatal, mas um amor ao fim ao cabo.
A minha opinião, relativamente ao livro, é que não posso escolher lados. Ele manipulou a pequena Lolita, obrigando-a a viver com ele por não ter mais ninguém no mundo, mas ela soube aproveitar aquele amor que Humbert sentia para lhe extorquir tudo o que podia. Enfim, que história mais trágica, que história mais bela.
"Insisto que o mundo saiba o quanto amei a minha Lolita, esta Lolita pálida e maculada (...) mas ainda de olhos cinzentos, ainda de pestanas fuliginosas, ainda de tom ruivo e amêndoa, ainda Carmencita, ainda minha. (...) Mesmo que aqueles olhos perdessem o brilho e se tornassem míopes como os de um peixe, (...) e o seu jovem, encantador, veludíneo e delicado delta ficasse manchado e dilacerado... mesmo assim bastaria ver a tu cara pálida e bonita, bastaria ouvir o som da tua jovem voz e rouca para eu enlouquecer de ternura, minha Lolita."
Porque tu gostas de mim assim, fato-de-treino, cabelos no ar, sem maquilhagem ou quando me esqueço de fazer a depilação. Gostas de mim mesmo quando desato a chorar sem razão nenhuma, quando te acordo a meio da noite só porque me esqueci de dizer que te amo, quando grito contigo e depois agarro-me a ti até me desculpares.
Gostas de mim mesmo se eu adormecer ao telefone, mesmo quando eu te sujo a roupa sem querer enquanto cozinho, mesmo que eu não acerte nos passos de chachacha que me tentas ensinar.
Gostas de mim quando tropeço nos tapetes, e nos degraus, e nas pedras, gostas de mim a babar-me enquanto durmo, gostas de mim quando sou incapaz de fazer a roupa combinar.
Eu sou uma desgraça, desastrada, psicótica, instável, infantil, apressada, louca q.b.. E mesmo assim tu continuas a deixar-me post its espalhados pela casa a lembrar-me do quanto gostas de mim, do quanto acreditas em nós, do quanto te orgulhas de mim.
E é nesses momentos que eu me sinto arrebatada, impotente, incapaz de demonstrar o quanto de mim é teu. Dou-te um beijinho no ombro e, secretamente, acredito que vamos ficar assim para sempre. Apaixonados. Felizes. Unidos.
Parece que a blogosfera foi inundada por petições - gente cheia de boa vontade, com um caraçãozinho daqueles mesmo grandes e prontos a ajudar as bloggers cá de Portugal a conseguirem qualquer coisita.
Ora, eu até sou boa rapariga, até aspiro cá em casa, até já ajudei uma velhinha a atravessar a rua, até dou migalhas aos pombos... Será que ninguém se junta para me angariar uma prenda também?

Box Audrey Hepburn - Couture Muse Collection Hat Box Edição Limitada, disponível www.fnac.pt/pt/Catalog/Detail.aspx
Quer dizer, eu fiquei muito feliz pela Pipoca, a sério que sim, mas caramba, uns Louboutin custam muito a ganhar, enquanto que a Audrey Hepburnzinha só custa 50€ eurinhos... E convencer os senhores da Fnac a patrocinar esta minha humilde causa, hein? Isto até é baratinhos, e eles podiam-se lembrar que eu deixo nas lojas deles muitos euros por ano, ora essa!
É que eu era tão, mas tão feliz com uma edição especial do "Breakfast's at Tiffany's" no meu leitor de dvd.. Snif ...
Então? Alguém? ![]()
Será que se eu puser anos 60 a bombar na festa de Halloween *, os meus amigos me matam?
* Isto só porque eu quero uma oportunidade para dançar o Twist. Poramordedeus, haverá dança mais fixe que o twist?! (Só talvez dança do ventre, pronto, vocês sabem como eu me fascino por uma bela dança do ventre, mas mesmo assim... )

500 days of Summer
O tempo foge-nos por entre as mãos, piasco, até quando as temos entrelaçadas uma na outra.
Não deveria ser assim. Traz de volta o Verão, por favor, para que possa passar todas as horas de todos os dias contigo, para que consiga beijar-te o ombro discretamente, nos passeios à tarde, para que passemos horas inúteis no Guitar Hero, para te ter aqui, tão perto, a cada segundo, que nunca chegue a sentir a tua falta.
Porque assim não é justo, encontros de uma hora apenas, em que nem dá para tirar o sabor a nada dos lábios. Manhãs em que a luz me confunde e penso que acordo contigo.
Para quem se habituou de tal maneira à tua presença, agora, um dia sem ti é uma eternidade. A escola, os autocarros cheios, a chuva miudinha que se nos entranha na roupa , os pés tão frios, e mais trabalhos, e menos tempo.
Não fui feita para dias assim. Dias tão curtos, tão cheios - ou quem sabe tão vazios.
Fui feita para a plenitude (fui feita para ti).
Ontem à noite recebi um mail da irmã do Lécio, o maestro do musical onde canto, com o título "SOU BOA". Pronto, está bem, é boa. Como estava ocupada, nem o abri.
Agora voltei à minha caixa de mails e lá estava o dito cujo. Abri. Tinha qualquer coisa anexada. Quando vou a ver... Pimbas, 2 fotos que a miúda tirou a ela própria: uma em roupa interior, frente ao espelho da casa de banho, e outra de bikini.
Opa, eu já vi muita coisa, mas este tipo de cenas não deixam de me chocar um bocadinho. Primeiro porque a miúda tem apenas menos um ano que eu, e segundo porque ela enviou aquilo para mais de 40 pessoas, grande maioria rapazes/homens.
E isto é assim, digamos que a miúda até só enviou aquilo para contactos que ela conhece pessoalmente (coisa que eu desconfio, mas pronto). Eu até sou uma pessoa séria - que se está a marimbar para se a miúda é boa ou não - mas imaginemos que um dos constactos envia aquelas fotos para outro gajo qualquer, e assim sucessivamente, até caír nas mãos de algum prevertido que a conheça e lhe queira fazer mal? Caramba, o mundo está cheio deles, não é preciso ir muito longe. Então na Internet... É à vontade do freguês.
Não se pode dizer que esta seja uma rapariga em risco: anda num colégio privado, veste roupa de marca e é bastante bonita. A família, que eu conheço muito bem, tem pessoas excelentes, que de certeza lhe deram uma educação melhor que esta.... Então o que é que correu mal?
E a mim choca-me. Choca-me que a chavala, quase da minha idade, não tenha vergonha de andar a enviar aquilo para toda a egnte, muito pelo contrário, vangloriando-se por "ser boa". Choca-me porque ela até é muito bonita e de certezinha que não precisa de enviar fotos dela seminua para arranjar namorado. E principalmente, choca-me porque, aos 16 anos, já se devia saber que é perigoso expôr-se desta forma, especialmente na Internet, onde a informação circula à velocidade da luz.
Fico muito triste ao pensar no assunto. Porque isto só mostra a falta de amor próprio que a rapariga tem por ela própria - caso contrário, nunca faria semelhante cena. Será que há muitas rapariguinhas assim? Quer dizer, eu tive, e tenho, momentos complicados durante a adolescência, e já andei muitas vezes de coração partido, mas nunca chegui ao ponto de sentir necessidade de mostrar as maminhas a todos os gajos da Terra!
São as miúdas da nova geração que andam todas a arder, ou sou eu que sou muito conservadora???

Adivinhem o que aprendi ontem???
A avó Guidinha ensinou-me a fazer malha!
As primeiras tentativas revelaram-se um fracasso, com os pontos todos ao lado, com a agulha que não acertava nos buraquinhos, com os dedos a escorregar. Mas depois lá aprendi o ritmo...
E o meu cachecol já tem quase 13 cm! É lilás e fofinho... Oh, até sinto que estou a dar à luz cada linha que coso. :P
Parte má: eu no sofá, enroscada na manta por causa do frio, de óculos e com lã volta do pescoço... Pareço tão velhinha, céus!
E é tão viciante... Agora não consigo laragar as agulhas... Até me sinto tentada a levá-las pra escola, vejam lá.
Parece-me que este Natal as minhas amigas vão receber presentes muito fofinhos.
Jogamos Gran Turismo 4. Eu perco - como seria de esperar - mas não abdico de barafustar um bocadinho "ah, que o teu carro era melhor! ah, tu é que me distraiste! ah, que me entrou qualquer coisa para o olho e não reparei na curva!". Enfim, pelo menos no Guitar Hero não me consegues bater.
Sabes piasco, nunca pensei ser tão feliz com alguém, mesmo a jogar PlayStation. Porque tu enches-me de beijinhos quando eu perco - como se fosse o meu prémio de consolação, e de repente já não te importas que o teu Nissan Skyline perca a corrida, abraças-me no sofá e ficamos assim, enroscadinhos, perdendo a noção do tempo, a ver a cor do céu escurecer nas janelas por cima de nós, com aquela música irritante do jogo como pano de fundo.
Pronto. Amo-te assim, a ti e ao teu 212 Carolina Herrera que me fica entranhado na pele até adormecer, à tua camisa amarrotada, aos teus lenços coloridos, à tua barba rebelde, ao teu bloco cheio de desenhos.
Há dias destes. Que fazem toda uma vida fazer sentido. Quem diria...
Está a chover a potes e eu tenho gripe.
Há algumas semana atrás, cantei no Copo de Água de um casamento. Foi a primeira vez que trabalhei e ganhei dinheiro.
Sabem o que fiz com o meu primeiro salário? Comprei umas Vans ao namorado.
Vá, digam lá que eu não sou uma miúda fofinha ^^

Hello people .)
Desculpem a demorado em ter dado notícias, mas os últimos dias têm sido uma correria.
Aquilo em Lisboa não correu muito bem. É verdade, não correu. Os nervos, a pressão, a música que não foi tão bem escolhida... Enfim, um desastre.
Não foi só a mim que correu mal - aliás, as melhores vozes, aquelas que nos causam arrepios só de as ouvir, também foram eliminadas. Lá dentro há muita injustiça, muitas "cunhas", muita trafulhice. A sério que sim! E o júri... A forma como nos rebaixaram, as críticas nada construtivas que fizeram, tudo isso junto deito abaixo toda a gente.
Sinto-me muito, muito envergonhada e decepcionada comigo mesma. Sei que conseguia fazer bem melhor do que fiz, mas estraguei tudo. E pior, sinto que desiludi toda a gente que tinha esperança em mim, que me desejou sorte. Incluindo vocês.
Mas pronto, a vida é feita destas coisas. Perde-se uma batalha, mas não se perde a guerra. Sei que ainda tenho muito para dar, e isto não é, de todo, o fim. Pelo contrário. Aprendi muito com a experiência, e ainda que o Ídolos não seja um sonho meu, deu para me fazer perceber que a música não é o mais importante na minha vida. É uma parte de enorme valor, isso sim, mas não é tudo. Estar em Lisboa, longe de casa, longe dos meus amigos, longe da escola, fz-me perceber o que realmente me é indispensável.
Vá, a vida continua. E eu só tenho 17 anos ,hei-de ter imensas oportunidades ao longo da vida não é? Mais uma vez, muito obrigada, do fundo do coração, por todos os vossos comentários de apoio. Não fazem ideia da força que me transmitiram. E desculpem se vos desiludi por não ter passado, mas às vezes é assim. Não importa. Pelo menos tenho uma história engraçada para contar aos meus netos :p
Ai-jesus-virgem-maria que agora é que são elas. Estou parada numa fila de trânsito da IC 19 a caminho do casino de Lisboa. Motivo: fase seguinte do Programa Ídolos.
Não gosto de Lisboa. É confusa, e tem muitas filas de trânsito e as pessoas falam com um sotaque irritante. Sinto um bocadinho saudades de casa, do Porto e do rio e acima de tudo das pessoas que lá deixei.
Esta fase assusta-me. Não só porque dei conta que as músicas que escolhi não são grande coisa, mas principalmente porque não vou ter a Rosana e o R. cá fora à minha espera, quer corra bem, quer corra mal. Porque me vai faltar a Tshirt amarela que condiz com o papel da glória, porque não vou ser rodopiada pelo ar caso passe, porque não vou ter ninguém a quem cantar ao ouvido antes de entrar. Por isso não, não sei o que vai acontecer e isso aterroriza-me.
(E a porcaria da fila que não avança e eu que tenho de estar lá ás 9.30h)
Vá. Pensamento positivo. Um passinho de cada vez.

De repente vem-me tudo à memória.
O nome das infermeiras. As inúmeras punções lombares ( um exame em que é colhida medula óssea, com uma agulha espetada mesmo no fundo da espinha, e eu completamente acordada, sem anastesia). Os vómitos. O sabor da quimioterapia na língua. A textura da almofada plástica do hospital. O cheiro das luvas de látex que os médicos usavam. A dor, o medo, a vontade de ir para casa, só isso.
De repente contraio os músculos da barriga e tento não chorar, mas choro. Porque aquela história tembém é minha; é, infelizmente, a história de tanta gente.
E caem-me na cabeça as lágriminhas de um piasco que deixou de se armar em forte ao meu lado, que me aperta com mais força cada vez que aparece uma pessoa doente no ecrã, e que no fim me diz que sou forte, muito forte.
Talvez seja. O que não nos mata, torna-nos mais fortes.*
*Mas ele desatenta o facto de que, se hoje me sinto indestrutível, a razão é ele. A minha cura.
Confesso que não acompanhei a carreira do actor. Nos últimos meses, as revistas davam conta do seu estado, cada vez mais pálido, e fraco, e acabado.
Mas para mim, que não vi o "Ghost - O espírito do amor", nem tão pouco sei em que outros filmes entrou Patrick Swayze, nunca hei de esquecer esta cena, a minha cena preferida de todos os filmes de dança, e que me põe com vontade de ser bailarina cada vez que vejo o filme.
Para mim, o Patrick há-de sempre viver na minha memória como Johnny Castle, o eterno professor de danças de salão que mostrou à Baby o outro lado da vida.
Eis que eles regressam.
É oficial gente. O apocalipse aproxima-se novamente. Já se sente a aura de milhares de pitas histéricas a gritar em plenos pulmões "BILLLLLLL!".
Vou ali esconder-me um bocadinho e já volto.

E agora o primeiro trabalho. E depois as viagens, e as decisões. Como gastar o dinheiro, poupar o dinheiro, juntar o dinheiro. E daqui a uns meses a carta de condução. E depois o carro. E depois sou finalista, faz-se uma viagem, um baile, um diploma. E depois os exames. E depois, com sorte, a faculdade. E depois?
De repente cai-nos a vida em cima. Ainda ontem era miuda, hoje já me chamam de adulta. Os derradeiros 18 só chegam em Abril, e no entanto... Há à minha volta um aroma a responsabilidade, cada vez mais forte, cada vez mais persistente, que teima em inundar-me as narinas. Para qualquer lado que olhe só vejo decisões e mais decisões, e por trás uma imensidão de pessoas à espera que eu faça a aescolha certa. Cá dentro, um turbilhão de sentimentos negativos, que me enchem de medo de tomar as decisões erradas.
De repente o futuro - aquele que há tão poucos anos atrás parecia tão longínquo - de repente o futuro bate-nos à porta e torna-se presente. Não é que eu não goste, a excitação e a alegria duma nova etapa na minha vida estão cá, mas às vezes apetecia-me andar para trás, e dizer à miúda que eu costumava ser que o futuro não está tão longe como parece.
Este ano vai ser um ano cheio de coisas novas. Mas a nostalgia... Ah, só me apetecia já ter a carta de condução nas mãos, enfiar-me no boguinhas e levar o miúdo a passear. Por tempo indefinido, sem me preocupar com o presente, nem com o futuro.

Enches-me as palavras de sentimento cada vez que o teu abraço me acolhe por inteiro. Enches-me o sentimento de emoção, enches-me as emoções de vida, enches-me a vida de amor, anches-me o amor de significados, enches-me os significados de palavras e enches-me as palavras de sentimentos.
Enches-me a vida, no fundo, de ti, e eu fico a transbordar. A transbordar de luz, de paz, de segurança, de felicidade. Pois é disso que és feito. De uma massa especial cozinha por Deus, e em ti não há nada de mau, egoísta, arrogante ou traidor.
Porque tu enches-me a alma de vida e a vida de amor. Muito amor, todo o amor do mundo.
Olá gente!
Bem, tenho tantas novidades que nem sei por onde começar...
Na última semana não escrevi porque estive de férias - depois de ir para o Gerês com os meus pais, fui acampar com os amigos. Foi tão, tão divertido! Vê-los de pijama, cheios de terra a montar tendas, a cozinhar, a lavar louça... Demais! E principalemnte, a melhor parte, a melhor de todas as partes, foram as primeiras noites que dormi com o piasco. Não há palavras para descrever o turbilhão de sentimentos que tomaram conta de mim ao vê-lo respirar profundamente ao meu lado, ter de o cobrir a meio da noite, ouvi-lo falar durante o sono... Ele era a últiam coisa que via antes de adormecer e a primeira ao acordar. mais perfeito era impossível.
Assim, a semana passada passou num instante, e de repente já era Sábado, e adivinhem o que fui fazer...
Vá, eu dou uma pista. Dá na televisão.
Vai ter o Manzarra e a Cláudia Vieira como apresentadores.
O júri é mau que se farta.
Sim pessoal, vou ao "Ídolos"! Aliás, já estou no Ídolos! Passei os dois pré-castings, com elementos da produção, e há poucas horas passei o grande casting, com o júri maléfico... Portanto, procurem por mim, que dia 22 de Agosto vou estar em Lsiboa para a próxima ronda! :p
Estou muito feliz e assustada com isto. Há grandes vozes, grandes vozes mesmo, mas eu também não desisto facilmente. E vão ver, ainda vou ser uma grande artista!
Por isso pessoal, conto com o vosso apoio. Eu prometo que vou postando todas as novidades referentes ao concurso. Porque, aqui que ninguém nos ouve... Eu já me sinto um bocadinho como uma Ídola!
Hoje fui à missa a pedido do gajo.
Que nunca se diga que não faço sacrifícios por amor.